terça-feira, 21 de agosto de 2007
sábado, 21 de julho de 2007
Ainda sobre as eleições...
Em suma, mais de 72% ou não quiseram saber das eleições ou dos partidos.
Não será isto revelador? Ou preocupante?
Os 62% será porque não importa e é deixar andar ou é porque não há esperança?
quinta-feira, 19 de julho de 2007
António Costa é o novo Presidente da Câmara
Agora vamos ver como e com que celeridade se começam a resolver os problemas de Lisboa.
Dito isto, penso no que vi em mais umas férias na minha segunda terra, mas disso já vos conto, nos próximos dias.
terça-feira, 26 de junho de 2007
Berardo
Sócios de clubes da Primeira Liga?!?!? Esta última benesse deixou-me a pensar, se não estará relacionada com alguma outra batalha do "wanna-be Gulbenkian" de Santa Luzia. Ele está em todo o lado, até diz que quer criar um Banco do Benfica... quando é assim, pode tudo. Até aparecer neste blogue, não tinha eu como resistir.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
A Feira do Livro
Não falhei com uma visita, embora fugaz, pois foi num Sábado de tórrida soleira e só a "juventude" lá de casa teve direito a livros novos, o que já não é mau (ou por outra, é muito importante).
No entanto e pelo que ouvi (nomeadamente, na televisão) a Feira de 2007 parece que foi bastante boa para os editores e livreiros. Em vez das habituais queixas, quase automáticas, ouvi palavras de optimismo e de agrado.
E o Site Oficial da Feira (que por sinal está bastante bom) confirma:
Uma das maiores Feiras de sempre
A 77ª Edição da Feira do Livro de Lisboa
encerrou no Domingo, dia 10 de Junho, com um balanço francamente positivo.
De acordo com os participantes na edição deste ano foi visível um
aumento significativo no número de visitantes e no volume de vendas. De uma
forma geral o volume de vendas aumentou cerca de 20% e em alguns casos atingiu
mesmo os 40%. Passaram pela Feira milhares de autores, para sessões de
autógrafos, entre eles: José Saramago, António Lobo Antunes, Lídia Jorge,
Batista Bastos, Moita Flores, José Luís Peixoto, Galopim de Carvalho ou
Margarida Rebelo Pinto.
A grande festa do livro reuniu, assim, autores,
editores e leitores, e deixou bem clara a sua importância no contexto da
dinâmica cultural da cidade. A comprovar esse facto registe-se ainda a
importância dada ao evento pelos candidatos às próximas eleições camarárias, que
responderam positivamente ao convite dirigido pela APEL, Associação Portuguesa
de Editores e Livreiros e compareceram no Parque Eduardo VII, para visitar a
Feira e reunir com a organização.
Independentemente da qualidade do que mais se vende (sobretudo dos "best-sellers") parece-me que quase todos os géneros têm procura. E a Internet, em vez de substituir, tem estimulado ainda mais a curiosidade pelos livros (já quanto à imprensa "escrita" não se pode dizer o mesmo).
Já agora, uma sugestão. Uma vez que os pavilhões até estão mais "juntinhos", porque não improvisar uns telheiros/coberturas. Em dias de sol intenso há muitos que desistem não por preferirem a praia, mas porque caminhar acima e abaixo no Parque torna-se insuportável. E em dias de chuva...
Mas que a Feira fique no Parque, que está muito bem...
Está de parabéns António Baptista Lopes, actual presidente da APEL (que tem outra grande virtude, a de ser meu consócio).
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Toca a assinar
http://www.petitiononline.com/CFB1919/petition.html
domingo, 3 de junho de 2007
Estava a adivinhar
Parece que o Belenenses está há um ano à espera de uma licença sem a qual não poderá utilizar o Restelo para as competições europeias da próxima época e, para piorar a coisa, a alternativa é Alvalade (será que se Sporting ou Benfica não pudessem usar os seus estádios jogariam no estádio do vizinho de 2ª circular?).
Quer-me parecer que o meu clube, para não variar, foi demasiado sereno e demasiado "correcto" com a questão. Haverá muita coisa empatada com este sarilho na Câmara, mas não acredito que seja tudo.
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Vespeiros
A primeira diz respeito a Lisboa: as eleições fora de tempo (muito literalmente falando), qual pau em vespeiro que lá fez saltar os bicharocos, a esvoaçar, agressivos e ao magote. Avançam os clubes do costume, perdão, os partidos, mais uns independentes ex-não-tão-independentes-como-isso.
Os que esperam ganhar prometem o que há a prometer, os que pretendem só um ou dois lugarzinhos prometem ser pedra no sapato, mesmo quando fizer falta que o pé ande confortável.
Muito preocupante é a situação das finanças, como todos sabem, mas sinceramente não vejo grandes melhorias para breve. Toda esta conversa faz-me lembrar os clubes de futebol (até porque loucas despesas com certos clubes também fazem parte do rol camarário).
Por falar nisso, passo à "silly-season" do futebol, outro circo que acaba de começar (este sim, no tempo habitual). É incrível o quanto se escreve nos diários desportivos sobre saídas e contratações. Não é preciso muita atenção para perceber que 90% do volume de rumores não passa disso mesmo, um volume de rumores. Ou "como vender jornais desportivos quando não há jogos" - é dar "palha".
Funcionasse assim a Bolsa de Valores e haveria muito mais gente rica. E muito mais gente pobre, claro (a matemática da distribuição de riqueza não dá abébias), mas eu sou dos que não dão para esse peditório. Em "season" morta do futebol, não compro jornais desportivos (e no resto da época bem poucos).
Numa e noutra situação, o melhor é esperar que a poeira assente. "Que sera, sera". E que o Belenenses ganhe.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Câmara Municipal em piruetas
O que se passa agora com a Câmara Municipal de Lisboa é sem dúvida insólito e também, sem dúvida, nada bom para a cidade. Mesmo que o funcionamento básico da CML e dos seus serviços não sejam afectados (espero que não).
O que sabemos é que neste momento todos os Vereadores estão ocupados com uma mesma questão política, e pouco mais.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Vai abrir o túnel...
- Custo: cerca de 19 Milhões de Euros (ainda não definitivos)
- As obras tiveram início a 18 de Agosto de 2003 e duraram 43 meses
- Revestimento Cerâmico: aproximadamente 1.4 milhões de azulejos
- Iluminação: 1.200 lâmpadas
- Número de Trabalhadores: 100/dia em média, num total de 19.628 horas.
- Comprimento Total: 1.725 metros.
- 3 Entradas e 6 saídas.
- Estacas: 2 mil.
- Tráfego esperado: 50 mil veículos/dia
Em jeito de redacção escolar, diria que a inauguração do Túnel do Marquês é muito boa notícia, muito importante, porque vai ajudar a resolver um dos mais graves problemas de Lisboa: o das obras do Túnel do Marquês.
Estive à procura de um diagrama ou planta para saber onde é que se pode entrar e sair do túnel, mas não o encontrei. Espero que não me faça falta.
segunda-feira, 26 de março de 2007
E os "maiores" dos portugueses são...
Continua sendo minha intenção manter a política afastada deste blogue o mais possível. Não é que despreze ou menospreze a dita ciência (ou, pelo menos, parte dela), mas ela simplesmente estraga - e é esse mesmo o termo - o "ambiente" que aqui quero. De contemplação, reflexão, ponderação, rigor e certa erudição (a que é possível, dentro das minhas fracas possibilidades). Não de luta pelo poder (ou vinganças pela dita), que por mais voltas que se dê, é no que descamba.
Bom, mas uma coisa que prezo muito é o rigor. E, quando possível, o rigor minimamente científico. Para o caso vertente, um rigor que se traduza na menor perturbação possível do que é a realidade, com um mínimo de interferências dúbias ou manipulações.
Fiel a esses preceitos, publico em seguida aquela que considero ser a lista mais fiável relativamente aos 10 grandes portugueses seleccionados para serem os "maiores". Já que a eleição por números de telefone é obviamente falível, para mim é esta a "classificação" que conta, embora não abranja todo o universo admissível e embora estivesse sujeita a uma pré-selecção um pouco mais "limpa", mas ainda assim falível. Ela é o resultado do estudo de opinião efectuado pela RTP.
E assim, aquele que os portugueses escolheram como seu maior dos maiores é:
D. Afonso Henriques (21,0%)
No restantes lugares de honra (3º e 4º):
Luís Vaz de Camões 15,2%
Infante D. Henrique 11,2%
Seguindo-se:
D. João II 10,5%
Fernando Pessoa 8,8%
Marquês de Pombal 7,6%
António Oliveira Salazar 6,6%
Álvaro Cunhal 6,3%
Aristides Sousa Mendes 5,9%
Vasco da Gama 2,4%
Como referi acima, esta lista de 10 resultou de uma outra selecção, sobre a qual também tenho sérias reservas (dois que ali estão por mim não estavam - por sinal foram os dois primeiros na pseudo-votação por nºs de telefone). Porque não ficaria bem comigo mesmo, publicarei em seguida alguns dos nomes que não chegaram aos 10 mas que merecem a minha maior admiração, por diversos motivos. Vejam isto como um orgulho de ser compatriota deles, nem mais nem menos. Dos outros, não tenho, pelo menos em especial.
A ordem é a da votação referida, não a minha. Para mim, são todos grandes:
SALGUEIRO MAIA
SANTO ANTÓNIO
AMÁLIA RODRIGUES
NUNO ÁLVARES PEREIRA
JOÃO FERREIRA ANNES DE ALMEIDA
AGOSTINHO DA SILVA
EÇA DE QUEIRÓS
EGAS MONIZ
D. DINIS
HUMBERTO DELGADO
PEDRO NUNES
PADRE ANTÓNIO VIEIRA
D. JOÃO I
SOPHIA DE MELLO BREYNER
PADRE AMÉRICO
ANTÓNIO DAMÁSIO
AFONSO DE ALBUQUERQUE
D. MANUEL I
JOSÉ SARAMAGO
CARLOS PAREDES
PEDRO ÁLVARES CABRAL
PADEIRA DE ALJUBARROTA
ALMADA NEGREIROS
ÁLVARO SIZA VIEIRA
SOUSA MARTINS
PADRE ANTÓNIO ANDRADE
D. LEONOR
ROSA MOTA
ANTÓNIO TEIXEIRA REBELO
D. AFONSO III
VÍTOR BAÍA
BARTOLOMEU DIAS
D. MARIA II
CARLOS LOPES
AFONSO COSTA
FONTES PEREIRA DE MELO
GAGO COUTINHO
MANUEL SOBRINHO SIMÕES
ANTÓNIO LOBO ANTUNES
GIL VICENTE
MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA
MIGUEL TORGA
NATÁLIA CORREIA
EDGAR CARDOSO
FERNÃO MENDES PINTO
ALFREDO DA SILVA
PEDRO HISPANO
DAMIÃO DE GÓIS
D JOÃO IV
ADELAIDE CABETE
ALMEIDA GARRETT
ANTÓNIO GENTIL MARTINS
MARIA JOÃO PIRES
E falta ainda muito boa gente...
Observando outros nomes que constavam na lista dos 100, já se via que a cultura e a educação sobre a história do País andam mesmo por baixo. Pinto da Costa à frente de Damião de Góis? Alberto João Jardim à frente de Almeida Garrett? Vitor Baía à frente de Bartolomeu Dias? O "gato fedorento" à frente de Bocage?
Até qualquer um dos beneficiados se sentiria incómodo com tamanha e tão bruta ignorância...
Francamente, algo está a falhar em Portugal, e podem começar logo pelo serviço público, no caso em apreço o da RTP, embora este programa tenha ajudado a divulgar muito da nossa história e eu tenha lido e ouvido depoimentos interessantíssimos, como neste último programa. Alguns deles, ficaria muito mais tempo a ouvi-los, com grande deleite (e num ou noutro caso, para minha surpresa).
Quanto ao resto, uma brincadeira, claro.
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Ainda bom cinema... em dose de 50
No seguimento do post anterior aproveito para divulgar outro programa, este da Fundação Calouste Gulbenkian - embora também em colaboração com Cinemateca (pela mão de João Bénard da Costa, pontifex da 7ª arte no nosso país).Aqui fica a introdução ao ciclo COMO O CINEMA ERA BELO - 50 filmes inesquecíveis, tal como apresentada no respectivo site:
Integrado nas Comemorações do Cinquentenário da Fundação e em colaboração com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, este Ciclo de Cinema apresenta 50 filmes, numa escolha de João Bénard da Costa. Uma mostra que assinala também a contribuição da Fundação, entre 1973 e 1990, para a divulgação do cinema através da organização de Ciclos, com obras clássicas, que marcaram uma época na formação dos gostos e na cultura cinematográfica em Portugal.
Como é óbvio, esta minha recordatória chega já com atraso, uma vez que já tiveram lugar 21 das 50 sessões. No entanto, ainda há muito de bom para ver, como poderão contatar na programação (onde, para registo, estão também os nomes dos filmes já projectados).
Apesar do que sugere o título ("...era belo"), o "saudosismo" em causa é o da "velha" cinefilia (a dos "telhudos pela tela"), porque quanto às películas seleccionadas, temos das mais antigas até às mais recentes (sendo a mais recente o belíssimo "Novo Mundo" de Terrence Malick).
Faltarão por certo outros grandes filmes, tal como o próprio Bénard da Costa confessou - a sua selecção inicial incluía 214 obras!...
A limitação a 50 poderá significar que temos ali a "crème de la crème" dos filmes? Em parte, porque não se quis deixar de representar alguns excelentes realizadores, em detrimento da abundante proficuidade de outros.
De qualquer forma, o resultado final é de primeira.
Para finalizar, e porque estamos em tempo de compras natalícias, recomendo o livro-guia publicado a propósito (cuja capa ilustra este post), que poderão encontrar aqui (na Fundação - com possibilidade de venda online) ou aqui (na livraria da Cinemateca). Saíu da pena de Bénard da Costa, obviamente.
Custa 27.78 Euros, mas - aproveitem a dica - encontrei-o na livraria da Fundação por apenas 25.
Pena é que algumas das obras (alguns dos meus filmes favoritos) ainda não tenham tido publicação em DVD (ou pelo menos, uma publicação decente). Não é que não prefira a "tela", nem é que tenha Home Cinema por aí além, mas à falta de tempo e oportunidade... venham eles!
PS: tudo isto, em Lisboa, claro!
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Uma das vantagens de ser cinéfilo em Lisboa...
Há cinema todos os dias excepto ao Domingo.
Cinema, e do bom.
Aconselho um saltinho ao respectivo site.
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
Restauração da Independência
No próximo dia 1 de Dezembro celebra-se o 366º aniversário da Restauração da Independência de Portugal, efeméride a que já demos destaque no ano anterior (ver aqui, uma breve resenha dos acontecimentos históricos e aqui, uma breve referência ao Monumento da Restauração, na Praça dos Restauradores).
Diz muito ao autor e diz muito a Lisboa, que foi onde se desenrolaram os acontecimentos em questão e onde se encontra sedeada a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a cujo site oficial e cerimónias recomendamos a acorrência (para saber mais sobre as origens da Sociedade, ver o primeiro artigo referido acima).
De qualquer forma, antecipamos aqui o programa das comemorações de 2006:
12h00 – MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS, na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos;
16h00 – HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO, na Praça dos Restauradores;
17h15 – ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA S.H.I.P., no Palácio da Independência.
Das 14h30 às 18h30, no Palácio da Independência, decorrem visitas às Exposições “Hinos, marchas, cantos patrióticos e obras dedicadas” – colecção do Maestro Dr. Manuel Ivo Cruz e “Reais Hospitais Militares de S.João de Deus na Fronteira Luso-Espanhola (Séculos XVII e XVIII)”, promovida pela Comissão Portuguesa de História Militar e Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
Foram 60 anos sob domínio estrangeiro, em que Lisboa perdeu estatuto e importância (embora nem tudo fosse mau, em determinados aspectos). 60 anos em quase 900 anos de história do País e em 751 anos de Lisboa como capital. Visto assim, é pouco, mas a importância é grande. Neste "canto" resistiram Lusitanos e Suevos a quem de Leste os ameaçou... e venceu. Da mesma forma têm resistido os portugueses durante quase 900 anos, reafirmando a sua identidade e a sua independência. Cuidemos dela, cuidando dos portugueses - afinal foi por isso mesmo que Afonso Henriques lutou.
VIVA PORTUGAL!
Créditos: imagens retiradas da excelente página História da Bandeira de Portugal mantida por António Martins
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
Insólitos da modernidade
Que tempos estes!
Já lá vão outros, em que era preciso chegar um barco do Brasil para saber quem era o Rei de Portugal!
quarta-feira, 26 de julho de 2006
Pelo fim do Campo de Tiro em Monsanto...
Veja no Forum Cidadania Lisboa, a quem devemos a cortesia de nos pôr a par desta e de outras boas iniciativas.
sexta-feira, 21 de julho de 2006
Eles aí estão
Aqui ficam a explicação e o programa geral, que poderão ser consultados no respectivo site oficial:
Lisboa vai receber, em Julho de 2006, um importante evento náutico, uma Regata de Grandes Veleiros (do género do Navio Escola "SAGRES") que envolve cerca de 80 navios de várias classes, entre os quais os mais belos veleiros do mundo, e cerca de 3.000 jovens tripulantes de diferentes nacionalidades.
A concretização deste grande festival de vela, resulta do Acordo assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa com o Presidente da Sail Training International, organização que realiza anualmente estas Regatas e de que Portugal faz parte através da APORVELA.
Esta Regata, terá o seu início com a concentração de veleiros em St. Malo – França, de 6 a 9 de Julho, donde sairão para a Primeira Regata com linha de partida em Torbay, ao sul de Inglaterra, e a terminar em Lisboa, repetindo assim a Regata de 1956.
A frota dos veleiros participantes que se prevê comecem a entrar no porto de Lisboa a partir de 17 de Julho, terá nesta cidade um Programa Oficial de 20 a 23 de Julho, o qual terminará, neste último dia, com um Desfile Naval no Tejo.
Os veleiros seguirão em cruzeiro para Cadiz - Espanha, com escala neste porto de 26 a 29 de Julho, e dele para a Corunha - Espanha, também em cruzeiro, com escala de 7 a 10 de Agosto.
Finalmente, em 10 de Agosto, a frota de veleiros sairá da Corunha para a Segunda Regata que terá o seu final em Antuérpia – Bélgica, onde ficarão de 19 a 22 de Agosto, para a celebração final deste grande evento náutico.
Para além das visitas e demais actividades que terão lugar até Domingo (dia 23 de Julho) destacamos a partida dos veleiros com o Desfile Naval nesse mesmo dia, desde as 11 horas da manhã, passando em frente à Torre de Belém cerca das 12 horas.
Um acontecimento bonito, que recorda o de há 50 anos atrás, no mesmo cenário - tão apropriado como sabemos.
Como nota de rodapé, refira-se que participam os nossos navios "Sagres" e "Creoula" (ambos da Marinha portuguesa), entre as 19 embarcações de classe A (de maior dimensão), a caravela "Veracruz" (réplica moderna) em classe B e o "Delta", em classe D.
domingo, 28 de maio de 2006
Feira do livro, festa do saber
terça-feira, 2 de maio de 2006
Avenida de Ceuta
Das poucas vezes que lá costumo passar (1 vez ao mês) devo ter visto 2 ou 3 carros em respeito do limite de velocidade. Agora não deverá mudar muito, porque para a maioria o arranjo da suspensão na oficina não é nada comparado com a necessidade de acelerar e chegar 2 ou 3 minutos mais cedo ao destino.
Assim sendo, a moral da história é esta: o valor de uma vida humana anda mesmo por baixo.
Cuidem-se os peões! Quanto aos automobilistas, pensem bem. Pensem no crime. Façam contas aos míseros minutos que ganham arriscando acabar com uma vida.
quinta-feira, 20 de abril de 2006
Casino
Como cliente, nem é preciso dizer mais. Dificilmente lá entrarei.
Agora quanto à utilidade da coisa... uf!
Veja-se como um projecto como o da Expo, que podia resultar em tanta coisa engraçada, afinal...
Mas quem sou eu, se até a Ministra da Cultura lá foi benzer o sorvedouro de poupanças de miúdos (>18) e graúdos. O Sr. Ho, por sua vez, mostra que não perdeu o jeito de amealhar à pala do Estado português. Deve ser recorde!